Quem normalmente acompanha o Anima Mundi, maior festival de animação da América Latina, sabe o quão complicado é encontrar os curtas que estão concorrendo no festival. Apesar de sabermos os títulos e os criadores, muitas vezes (a maioria) esses preferem não disponibilizar o curta on-line enquanto estiver concorrendo em festivais pelo mundo. Algo como garantir o “elemento surpresa”. Sempre que assistimos algum vídeo mais de uma vez ficamos mais críticos, a piada não tem mais tanta graça, os defeitos ficam mais evidentes. Bom, isso é apenas uma suposição, mas é a minha suposição.
Mesmo assim, alguns animadores ainda disponibilizam os curtas na web. Então, essa semana, estaremos ávidos, procurando curtas pela rede mundial e publicando aqui no Smelly Cat. Todos bons? Nahhh. Deixaremos vocês opininarem e discutir. Escolher quais gostam, quais não e o por quê. Lembre-se que é um festival, que nesse caso não importa apenas tirar risos da platéia. Importa técnica, composição, roteiro, fotografia, trilha, etc, etc, etc.
O primeiro que vocês podem conferir aí embaixo chama-se “Demain” e foi criado por Christophe Alenda na escola francesa Ecole Emile Cohl. Estranhou o nome? Sim, Émile Cohl é o francês (que morreu em 1938) o qual consideramos ser o “pai da animação”, (lembram de Fantasmagorie?). Para quem for (ou foi) no festival, o filme faz parte da sessão de “Curtas 3″.
Com um forte humor-negro, Domain conta as memórias de um carrasco depois que a pena de morte foi abolida.















Achei o vídeo interessante, mas bem aquém dos melhores do anima mundi. Espero que você ache outros vídeos pra postar aqui.
[...] “Demain” e foi criado por Christophe Alenda na escola francesa Ecole Emile Cohl. Com um forte humor-negro, Domain conta as memórias de um carrasco depois que a pena de morte foi abolida. Fonte: Smellycat [...]
MUITO bom.
Tempo de ação e humor perfeitos. Além da arte, obviamente.
[...] Fonte: SMELLYCAT [...]
Achei essa gênial!
A animação é simples e completa.
Achei 10!
A estética me lembrou das gravuras do Goeldi (muito preto, muito branco e um detalhe vermelho). Esse fim dele mesmo se decapitar foi uma coisa simbólica bem interessante. Concordo, ficou longe de ser um dos melhores, mas muito legal mesmo assim.
Maravilhoso, música, planos de aproximação, timing, e roteiro alucinante. Il n’y a que les obsedés pour se faire apparaître qui peuvent trouver des comparaison défavorables par rapport a d’autres films vus dans n’importe quel festival international. Félicitations au réalizateur.