Um menino com uma espécie de touca branca de orelhas, traz consigo uma mochila verde (que faz às vezes de cinto-de-utilidades do Batman) além de seu fiél escudeiro; um cão amarelo que cresce de tamanho quando lhe convém e porta um par de olhos pretos graúdos que parecem sempre repousar sob um óculos de Sol.
Um reino supenso em algum lugar mágico, sobrenatural, onde seres fofos como nuvens compartilham a Vila Macia, é o cenário para as aventuras de Finn e seu cão Jake. Ocorre que esta vila é apenas um pequeno condado entre a Terra do Ooo, o Reino do Doce, e outros reinos de nomes exdrúxulos. No episódio que vi ontem com amigos, um monstro chamado Mói-Tripa ameaça a harmonia dos povos ao roubar seus ouros. Todo o enredo se desenrola entre uma ação mais nonsense que a outra. Embarcamos assim numa alucinante viagem, ideal pra um sábado de madrugada com amigos – se é que vcs me entendem.
Eis que pra espanto da geral, o desfecho do episódio ainda trouxe uma moral anti-corrupção para pedagogo algum botar defeito.
“The Adventure Time” possui 26 episódios e está dividida em duas temporadas. Estreou nos Estados Unidos em abril de 2010 e em agosto do mesmo ano no Brasil, no Cartoon Netwoork. Na ocasião do lançamento, a Baunilha postou aqui no SmellyCat o que viria a ser a série.
A direção é do jovem Pendleton Ward, que no auge de seus 29 anos é responsável também pela insólita série As Aventuras de Flapjack (2008) (mas isso já é assunto pra outro post!).
Ah, na página oficial da série no site americano do Cartoon, você pode baixar os papertoys com os personagens que são a própria definição do excêntrico. Encontrei também um tumblr de fãs repleto de preciosidades sobre o colorido universo de Finn e Jack, vale conferir.
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