A única coisa que sei

fevereiro 23, 2010 |  by  |  Share

Muito mais que uma animação, ou uma montagem com diversos inserts animados, o que me pescou nesse vídeo foi sua mensagem. Certo ou errado, não existe isso, é o ponto de vista de Brian Schmoyer em seu vídeo “The Only Thing I Know” sobre como gastou milhares de momentos de sua vida sentado jogando videogame ao invés de viver.

É um dramão, exagero e tal. A maioria das pessoas consegue equilibrar muito bem seus afazeres (acho eu), mas não deixa de ser algo para se pensar, já que nossa geração é a primeira a realmente sofrer com tantas opções digitais que nos fazem gastar o tempo “offline” que temos.

Ele comenta algumas vezes que você ficará irritado ao assistir, poderá não concordar com ele, mas essa é sua visão. Ele culpa o videogame por ser um divorciado, trintão e acima do peso. Uma conquista no XBOX360 é algo que você não pode colocar no currículo.

Ele não para por aí, tem mais algumas coisinhas, mas não quero falar demais por aqui.

E, qualquer coisa em demasia, acaba sendo uma “perda de tempo” porque você está se fechando para outras experiências. É só isso que eu tenho a dizer.

 


8 Comments


  1. Eu tenho é pena desse coitado do Brian.

  2. Show de bola!
    Nada mais irritante do que viciados em War Craft, falando aquele dialeto a parte deles.

  3. queimar os jogos é muito drama, mas a ideia é legal

  4. Já vinha pensando nisso há um tempo, tenho o mesmo problema haha
    Esse cara teve saco de produzir algo sobre isso antes haha
    Pelo menos não jogo World Of Warcraft, credo…

  5. Brian chegou ao extremo por isso tem tanto ódio, tudo em excesso é ruim.

  6. Cara posso dizer que fiquei muito triste com a parte do WOW..mas posso dizer que concordo com muito do que ele diz no video, interessante e ver alguem que realmente se importa em passar uma mensagem ta legal como essa, me faz lembrar também da animação do Wall-e, onde a gente via aquele cruzeiro lotado de pessoas da terra e elas nem ao menos olhavam para o companheiro do lado, simplismente por que estavam preocupadas de mais com as coisas que viam nas suas telas.

  7. Legal, fala sobre a realidade que muitos ainda ão de passar. Mas associar games e vida real tbm eh possivel….e eh muito mais legal quando vc consegue o equilibrio…XD

  8. uau, que racionalização. sempre, como macacos que somos, é mais fácil culpar uma outra coisa exterior (como os games) ao invés de nós mesmos.

    toda civilização inventou alguma espécie de fuga pra vida, se não fossem essas doses diárias de catarse, haveriam muito mais tragédias e o mundo seria, aposto, muito mais tedioso.

    obviamente existem uns mais culpados que outros, e a explicação é tão óbvia que parece besteira dizer. Pro sistema, é muuito mais lucrativo lidar com criançulta*, infantilizar tudo quanto for possível, criar um mundo mágico e fantástico com algum preço na etiqueta pra comprarmos um iate.

    *kidadults, pois as crianças são aquelas que querem as coisas, e os adultos são aqueles que tem a grana. A junção dos dois é um casamento perfeito para as corporações.

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