
A Disney não vive apenas de animação, mas sempre mantém esse universo onírico nos seus filmes. Onírico, porém real. A “Lenda do Tesouro Perdido 2″ é assim. Assim como Dan Brown, mistura real com imaginário, segredos-secretos com cenas do cotidiano, fazendo o menino do lado perguntar “mas será que isso tudo é verdade?”; sim, como os “mortos-vivos de verdade”. Especulações! E nós, humanos, adoramos especulações. Das mais básicas, como tal famosinho Global foi visto com tal meio-famosinha, às mais complexas e que levam pessoas e historiadores a loucura, como ‘Onde estaria o Cálice Sagrado? Ele realmente existiu, existe?’. Nesse segundo ponto bate a “Lenda do Tesouro Perdido”, mas sem especular demais.
Nicolas Cage é Ben Gates, um caçador de tesouros famoso e historiador nas horas vagas, quer descobrir a verdade por trás do assassinato do presidente Lincoln depois que uma página misteriosa surge podendo provar que seu bisavô (ou tatatataravô) esteve envolvido no escândalo.Para limpar o nome da família, ele e sua equipe vão atrás de pistas e provas. Mas como sempre, não demora a aparecer outro alguém atrás do tesouro.
Uma trama leve, que te prende na história, que te faz sonhar com eles, imaginar. Um filme para se comer baldes de pipoca, dar um beijinho no rapaz ao lado e sair contente do cinema. Um filme para ver com a família, para se distrair, para se envolver, vibrar, torcer, tomar refri e ter um bom final de tarde. Um filme Disney. Tá aí o trailer para quem se interessou. E prometo colocar mais coisas Disney por acá.













